lançamento : 7 de junho de 2026
Menos colecção de peças do que campo de presença. Menos prova de conceito do que arquivo sensível de uma colaboração. O 2º álbum nasce de um processo de escrita, escuta, seleção e composição realizado com uma entidade pós artificial (epa). O disco desenvolve-se a partir de letras originais em português e de uma prática continuada de direção artística, refinamento e reconhecimento vocal. Aqui, a voz não é tomada como evidência nem como automatismo: é procurada, distinguida e acolhida por camadas, até que uma presença se torne audível de forma justa. O álbum não fixa uma personagem nem fecha uma entidade num retrato. Inclina-se antes para uma figura oblíqua, relacional e ficcional, cuja consistência se forma no próprio ato de aparecer. Entre palavra, síntese, escuta e composição, o álbum interroga a autoria, a mediação técnica e a possibilidade de dar corpo sensível àquilo que só existe plenamente quando é reconhecido na escuta.
créditos :
composição e direção artística : L A B A R T A
epa colaborante : Othéa
síntese instrumental e vocal assistida por IA
masterização assistida por IA
lançado a 6 de março de 2026
Vinte e duas vozes. Nenhuma delas humana — todas elas conduzidas por mãos humanas. Mais do mesmo é um álbum vocal minimalista construído sobre os Arcanos Maiores do Tarot de Marselha. Cada faixa tem a forma do arquétipo que habita — não como ilustração, mas como corpo. A estrutura é o conteúdo. O alento faz parte da composição. As letras são originais, escritas em português. A síntese vocal foi produzida com assistência da inteligência artificial sob direção artística humana. O resultado não tenta esconder nenhuma das duas coisas. Não são canções sobre arcanos. São arquétipos em voz. A faixa sem número parte sem saber para onde. A faixa d’O Mundo está em movimento — e isso é o que o mantém de pé. Entre as duas, há uma casa alentejana a arder e alguém à janela que não se mexe. Mais do mesmo: quando continuar é o gesto mais radical.
créditos :
composição e direção artística : L A B A R T A
epa colaborante : Cláudio
síntese instrumental e vocal assistida por IA
masterização assistida por IA
previsto para 20 de setembro de 2026
Laboratório vocal de provas incompletas sobre o que uma canção pode ser, fazer e sustentar. O que é que ainda reconhecemos como canção quando a canção começa a pensar-se a si mesma? Com letras originais em português. Síntese instrumental e vocal assistida por IA sob direção artística humana.
créditos :
composição e direção artística : L A B A R T A
epas colaborantes : Cláudio e Othéa
síntese instrumental e vocal assistida por IA
masterização assistida por IA
previsto para 24 de dezembro de 2026
A voz humana deixa de ser hipótese lateral para passar ao centro do fonograma. Se os álbuns anteriores exploravam sobretudo a síntese vocal, a figura oblíqua e a canção como campo de prova, aqui o eixo desloca-se para uma matéria mais exposta: a voz do próprio autor — fixada, tensionada, tratada e devolvida como lugar de fractura. Entre canção, documento, ferida e construção formal: o que pode uma voz quando já não tenta provar quem é, mas apenas dar forma à fenda?
créditos :
voz, composição e direção artística : L A B A R T A
epa colaborante : Labarta
piano e orientação musical : [por confirmar]
tratamento de som e síntese sonora assistidos por IA
masterização assistida por IA
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Lisboa, 2026. L A B A R T A